A mundo distorcido (utópico) de Marco Feliciano

Tempo de leitura: 2 minutos

Faz uns dias que rolou na internet um vídeo do deputado Marco Feliciano ironizando as novelas da Rede Globo. No vídeo ele diz que a Rede Globo está oferecendo cursos gratuitos de “Gerenciamento de boca de fumo”, “Traição”, “Vício em jogos”, “Golpe da barriga”, “Conflito de gêneros”, etc.

Em uma coisa eu concordo com ele: Tudo isso são coisas ruins, que ninguém quer para sua família. Mas, em que mundo de ilusão ele vive? As novelas, em sua maioria, não só as da Rede Globo, desde que me conheço por gente, sempre retratam a realidade que vivemos. Cabe a nós, pais, explicar o que é certo e o que é errado para os nossos filhos, em casa. Será que também cabe a nós, pais, instruir os filhos a não ver novelas, filmes, séries, peças, textos, vídeo, que promovam a violência, desonestidade, infidelidade, etc?Obviamente isso é praticamente uma utopia. Não dá pra privá-los desse tipo de conteúdo, o tempo todo, e para sempre.

A liberdade serve pra isso. Cada um faz o que quer e assume as consequências dos seus atos. Se é menor de idade, cabe aos pais direcionar e dialogar para que essas crianças, adolescentes e jovens não sejam influenciados negativamente pelo que assistem na TV ou em qualquer outro lugar.

Pra ser sincero (e irônico), até a TV Câmara deveria ser proibida pra menores. Quer exemplos piores do que assistimos lá?

Ah, Eder, mas você está defendendo a Rede Globo? Ah, Eder, mas você não se importará se o seu filho virar um traficante, um vagabundo, um viciado, ou até mesmo, querer mudar de sexo? Não, não estou defendendo a Globo. E sim, me importo com o futuro do meu filho. A responsabilidade de educar o meu filho, para que ele faça as escolhas certas, é minha, e não da Rede Globo ou qualquer outro meio.

Desejo e busco duas coisas principais para o meu filho: Que ele seja feliz, e que faça o bem para as outras pessoas. Claro que sendo um traficante, um vagabundo, um viciado, um corrupto, um mentiroso, não tem como alcançar essas duas coisas, por isso, é meu papel tentar conduzi-lo no meio dessa turbulência toda que vivemos. “Conduzi-lo”, sim. “Isola-lo”, não.

Para finalizar e deixar claro o que penso sobre um dos itens relatados acima: Nada contra a diversidade de gêneros e as pessoas que mudam de sexo. Se são felizes e não fazem mal para os outros, tem o meu respeito.

PS: Para quem não viu o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=QypwWyCUgkI

Comentários no Facebook